sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Verão 2010... só para ELES...

As cores vibrantes, como o vermelho, o azul e o laranja, é uma das novidades e serão usadas em todas as peças ao mesmo tempo, o chamado total look. O branco e o bege aparecerão em peças de baixo como o short, a bermuda ou a calça. O branco aparece combinado ao preto em ternos ou paletós com bermudas.

Aposente de vez o xadrez. As listras (tom sobre tom), riscas de giz largas, os grafismos coloridos e os florais, dominarão as estampas.

O cruzamento entre o sério e o esportivo também aparecem nos tecidos. Um exemplo é o cetim e o tafetá, aplicados em jaquetas descontraídas e de tecido nobre, usado em casacos esportivos. Tecidos brilhantes e metalizados foram destaques nos desfiles de Paris, enquanto alguns estilistas optaram pelos aspectos têxteis com efeitos artesanais ou o jeans com lavagens bem claras.

Agora, a grande surpresa que as mulheres irão adorar...as peças que mais causaram furor nos desfiles e que virão como uma forte tendência foram os shortinhos bem curtos!! Isso mesmo, os homens voltarão a usar os micros. Mas por favor, homens, vocês devem estar com o corpo bem trabalhado para usar o modelito, ok! As calças com barras dobradas no tornozelo também estarão na estação, com modelagens mais folgadas no quadril e que afunilam em direção aos tornozelos.

Os ternos ou costumes foram apresentados com cortes mais secos e com menor número de botões, sendo que os paletós estão um pouco mais curtos e a aparência geral é de maior descontração. Os novos ternos, mais desconstruídos, abrigam camisas sem manga de tecidos leves, decotes ousados e golas moles, e regatas, muitas vezes transparentes.

Os coletes de alfaiataria são marcados pelos exercícios de modelagens executados sobre as bases dos coletes antigos. A criatividade se expande para o universo esportivo e os coletes passam a lembrar uniformes de atletismo ou peças de natação. Os casacos de modelagem mais séria podem receber cintos para marcar a cintura. Os blazeres vêm com cruzamentos entre casacos esportivos, como as parkas, com abotoamentos trocados por zíperes. As jaquetas aparecem com camisa e gravata.

Os acessórios mais marcantes da estação são as maxi bolsas e os sapatos e botas bem pesados. Para contrastar, surgem os adornos para o pescoço, como lenços, cachecóis ou gravatas finas.

Fonte: UOL Estilo ( http://estilo.uol.com.br/ )


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Verão 2010....

Que delícia imaginar o sol, o calor, a água fresca, piscinas, praias...

o Verão está chegandooo!!!


e com ele a tendência 2010...

As cores predominantes para este verão serão: azul, verde, amarelo, vermelho e roxo. A grande aposta, de acordo com vários estilistas, é para os vestidos coloridos e longos que deverão ser usados com rasteirinhas. As estampas florais e geométricas estarão em alta.

Além do balonê que poderá continuar tranquilo em seu armário, o minivestido não será deixado de lado, afinal combina com o estilo sexy feminino, mas opte por peças mais soltas, para não parecer vulgar. As adeptas dos curtos devem estar com as pernas bonitas, bronzeadas e pelo amor de qualquer coisa, “depiladas”!!!!! Nada de usar descolorantes, ok!! Isso é brega e anti-higiênico!! Poderão também ser usados com rasteirinhas e sapatilhas.

O verão 2010 chega roupas mais leves, cheias de cores e suavidade. Um dos objetivos dos especialistas em moda é conter o exagero proposto no inverno e deixar o guarda-roupa mais simples para o verão. Peças com decotes e tomara que caia estarão em alta também. Aproveite para abusar das bijuterias grandes e volumosas. ;)

Algumas dicas de moda verão 2010...

Cintos e faixas podem ser usadas sobre os vestidos para marcar a silhueta ou para dar beleza à peça. Para as mulheres altas, a faixa deve ser usada próxima à cintura. Para as mulheres mais baixinhas, pode ser usada abaixo dos seios, para causar a impressão que a silhueta foi alongada. Já as mulheres gordinhas, o melhor mesmo é não usar esse tipo de acessório, dê preferência para os modelos mais soltos ao corpo, com cores únicas e lisas.


Resumo das Semanas de Moda -
entre no site:
http://www.youtube.com/watch?v=fHo8xsPW2qo

sexta-feira, 26 de junho de 2009

MICHAEL JACKSON



Incomensurável...
...única palavra que chega perto do que foi o Rei do Pop, Michael Jackson.


Cantor, compositor, coreógrafo, bailarino. Michael conquistou o público aos 5 anos de idade, quando ainda cantava com seus irmãos no grupo então chamado de "The Jackson 5". Em 1972, aos 14 anos, lança seu primeiro álbum solo, intitulado "Got To Be There". Dez anos depois, o álbum "Thriller" é lançado e chega ao número de 100 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Número jamais alcaçando por qualquer outro artista até hoje. Os passos Moonwalk, criados por ele, viram febre mundial. Em 1987, lança o bem-sucedido albúm "Bad", e em 1995 o megalomaníaco "History". Seu último disco "Invincible" foi lançado em 2001. No total foram 8 discos solo gravados e segundo cifras divulgadas nos EUA, Michael Jackson vendeu 750 milhões de cópias.

Seu estilo exagerado, trouxe nos anos 70 uma forte tendência na moda, iniciada com as famosas bocas de sino (ainda nos Jackson 5). Mas foi nos anos 80 que se firmou como um ícone fashion, onde lançaria sua famosa jaqueta vermelha.
Sua marca registrada era a famosa luva branca decorada com apliques de metal. Em 1987, foi a vez da calça com "cintos" amarrados nas pernas.






















Nos anos 90, o Pop Star se coroou rei e passou a aparecer no palco com uma capa e coroa.
E na turnê de 93, Michael lançou a roupa preta com tiras grossas douradas, um tipo de "body" usado por cima da calça.
Outras marcas do cantor eram o uso do chapéu preto e as meias brancas com sapatos pretos, desafiando a "moda" tradicional de combinar os dois.
Suas jaquetas e alguns sapatos também passaram a ter apliques de metal. Já nos anos 2000, Michael adotou o terno, sempre incrementado com correntes.
Ainda hoje, profissionais do mundo todo copiam ou se apoiam em suas danças, músicas e estilo, para desenvolverem outros trabalhos.


Difícil aceitar que o Astro inatingível do mundo se foi. Fã incondicional sou e serei para sempre.
Não há vestígio algum de um futuro sucessor.

Uma pena...

sexta-feira, 19 de junho de 2009

DESABAFO.... :(

Não se trata de moda... mas com a indignação que sinto, não pude deixar de postar...

Para os que acompanharam o fim do diploma de jornalismo....Recebi este belo desabafo de uma colega jornalista. Compartilho:

Dormi jornalista (formada e pós-graduada em Jornalismo Econômico). Acordei 'des-formada'. Conforme já anunciado, o diploma deixou de valer.


O ministro Gilmar simplifica: jornalistas são como cozinheiros. Podem se especializar para virar 'chefs', mas se não desejarem, basta cozinhar o suficiente para um bom 'pf' e garantir o emprego. Passa a idéia de que o estômago dos leitores aceita tudo. Basta não intoxicar ou dar diarréia. Matar a fome é o que interessa. A diferença é que se o cozinheiro errar no sal, é tomar água ou mudar de restaurante. Mas se esse mesmo cliente é alvo de um erro de informação, ele pode mudar toda a sua vida. Não seria este um 'dano social irreparável'?


Esquece o ministro que saber escrever bem nem sempre significa saber informar bem - assim como há comidas que agradam, mas não alimentam ou nutrem adequadamente.


É claro que a história do jornalismo grava a presença de profissionais fantásticos, com as mais diversas formações (ou mesmo nenhuma que não o talento para revelar histórias e verdades). Pessoas que fizeram e fazem Jornalismo com "J". Então resolveram mudar as regras: criaram uma escola (ou uma indústria), obrigaram-nos a cursá-la e, agora, como que fosse a pá de cal na última desinência da ditadura (quisera fosse mesmo a única), querem voltar ao antes.


Talvez seja necessário. Talvez oportuno (ou oportunista - difícil saber). Ouvindo os dois lados, com a acurácia que ensina a escola (e a prática), não é difícil ficar no caminho do meio (ou no muro). Abre-se a chance de muitos ingressarem na missão de informar, mas cria-se a idéia de que qualquer um pode fazer isso sem grandes consequências. Aliás, as empresas jornalísticas (que poderiam exigir o tal diploma) podem nem se interessem. Afinal, é a chance de mão de obra mais barata (quem sabe).


Para filtrar e organizar tudo novamente, só uma saída: o leitor, o ouvinte, o telespectador. Porém, há ainda um risco: qual será a formação desse público para saber discernir entre o bom e o mau jornalismo? Afinal, notícias não mexem com o paladar. Mexem com a cabeça, com a emoção... Moldam atitudes. Definem modelos de sociedade.


Não vou rasgar meu diploma (sacrifício danado para conquistá-lo), nem esquecer o juramento que fiz ao me formar. E torcer muito para que aqueles que ingressem na missão de informar não a entendam como uma aventura, mas como a arte de formar ideias e ideais.

terça-feira, 9 de junho de 2009

25 casa de criadores - verão 2010

por Meire Thomazzi

Gêmeas, Marcelu Ferraz, No hay banda, Tony Jr., Diva, André Phergom e Walério Araújo, etiveram no dia 29/05 na 25º Casa de Criadores, onde mostraram suas inéditas coleções para o verão 2010.
Confesso que cheguei um pouquinho atrasada(umas 3 horas..rsrs)...mas o que vi foi extremamente satisfatório.
O primeiro foi o desfile da Diva.... lindoooooo demais... Quase chorei ao relembrar da minha infância, época em que colecionava o famoso "papel de carta"... pois é...essa foi a inspiração para nova coleção Diva Verão 2010!!
Romantismo a flor da pele! É assim que consigo definir as belas peças apresentadas com babados, chapéus delicados, tecidos leves, com cores pastéis e tons avermelhados.

Em seguida veio André Phergam, que abusou do moderno, além da incrível criatividade. Quem não leu, ou não assistiu o "Caçador de Pipas"?
Qualquer semelhança nas peças...é mera coincidência? Não... ele fez questão de fazer qualquer um olhar e se reportar a história que envolveu o mundo todo... Segue então a coleção André Phergam Verão 2010!!
Cores, cores e mais cores, vibrantes e opacas! As estampas de losangos eram de vários ângulos e gritantes.

Chega a vez de Walério Araújo, autêntico, escandaloso, nem um pouco discreto... As cores douradas e prateadas, iluminaram o desfile. Pérolas enfeitaram os modelos que vestiam drapeados, pedrarias, crochês e muita transparência. O intuito do estilista era fazer que seus modelos parecessem estátuas, e assim lembrar esculturas associadas às obras de arte, um troféu! vale a pena assistir...

http://www.youtube.com/watch?v=e-OnX7ZXTm8

http://www.youtube.com/watch?v=utRdjl_qFSw&eurl=http%3A%2F%2Fmodacabide.blogspot.com%2F&feature=player_embedded

terça-feira, 14 de abril de 2009

Moda em um novo século: anos 2000, 2001...

Época em que criar é restaurar

Por Meire Thomazzi


A seqüência de releituras que começou no final dos anos 90 não foi interrompida. O ano 2000 e 2001 trouxeram os anos 80, com pitadas dos anos 50 para as vitrines de todo o mundo. Sem mais décadas anteriores para buscar referências, a moda encontra-se em um beco sem saída.


Acabou-se a ilusão de que bom é o que é importado. Finalmente, os criadores nacionais passaram a acreditar no fôlego da identidade brasileira para transpor fronteiras. A cada dia, fica mais remoto o tempo em que o país plagiava a moda européia e norte-americana.


Os clubbers, no início da década, vivem o seu auge. Há um crescimento maior no movimento gótico. Surge a moda adolescente dos emos. No vestuário feminino encontram-se as botas de plataforma. Aumenta o número de meninos com os cabelos repicados até o pescoço.


Piercings e tatuagens se tornam cada vez mais comuns. Surgem os tênis com amortecedores. Torna-se mais comum o uso de boné por mulheres. Os cabelos arrepiados viram febre.


Surgem as famosas Escovas Progressivas deixando os cabelos cada vez mais lisos. A inspiração nos anos 80 se vê cada vez mais presente, tanto na moda masculina quanto na feminina.


A busca pelo novo é uma tendência da atualidade, e é justamente por isso que a todo o momento são realizados concursos de moda, visando descobrir novos talentos. Para criadores não poderia haver melhor oportunidade para mostrar sua capacidade.


Com um consumidor que deseja novidades, mesmo lojistas de diversos tamanhos encontram mais espaço para criar. No âmbito internacional, isso gerou um estilo brasileiro de produzir moda que cada vez mais conquista espaço no exterior.

Moda nos anos 90

Época da abertura do mercado para o importado

Por Meire Thomazzi

Até a metade da década de 90, o exagero dos anos anteriores ainda influenciou a moda. Foram lançados, por exemplo, os jeans coloridos e as blusas segunda-pele, que colocaram a lingerie em evidência. Isso alavancou a moda íntima, que criou peças para serem usadas à mostra, como novos materiais e cores.

Essa é uma década marcada pela diversidade de estilos que convivem harmoniosamente. A moda seguiu cada uma dessas tendências produzindo peças para cada tipo de consumidor e para todas as ocasiões.

Entretanto, vale a pena ressaltar o Grunge, que impulsionado pelo rock, influenciou a moda e o comportamento dos adolescentes com seu estilo despojado de calças, bermudões largos e camisas xadrez da região de Seattle, berço destes músicos.

A preocupação ecológica ganhou status e fez com que países conscientes exigissem mudanças por parte dos governos e fabricantes. É lembrada a atitude do Príncipe Charles que proibiu sua então mulher, Diana, de usar laquês para cabelo que contivessem CFC. As propagandas agregaram esses valores a seus produtos, de forma a atingir os consumidores que buscavam mais do que preços e novidades.

Foram aderidas, saias longas, calças pantalonas, estampas de bichos, como vaca, zebra, onça e cobra, sapatos com bico quadrado e blazer mais justo. Tudo dava um toque de elegância básica e de “peruagem”, o que caracterizou esta época. O delineador, o batom marrom ou cor de boca davam o toque especial.

Na segunda metade da década, a moda passou a buscar referências nas décadas anteriores, fazendo releituras dos anos 60 (cores claras, tiaras) e em seguida dos 70 (plataformas em tamancos e modelos fechados, geralmente desproporcionais), tudo mesclado a modismos dos anos correntes.

Modelos brasileiras passaram a chamar a atenção no panorama internacional, em especial Gisele Bündchen, a mais famosa delas. A beleza da mulher brasileira chamou atenção do mundo. Apoiados na indústria têxtil, que se modernizavam, os estilistas perceberam um potencial de exportação. Na década de 90, Alexandre Herchcovitch com todo seu arrojo e estilo, tornou-se a maior personalidade da moda brasileira, atualmente lança suas coleções tanto em Londres quanto em Paris.

O profissionalismo e o reconhecimento da moda nacional atingiram significativas proporções ainda nos anos 90. O evento Phytoervas Fashion desencadeou o processo de lançamentos regulares de coleções publicamente por meio de desfiles. Até então, só acontecendo a um público muito restrito nos showroons de cada marca.

Transformou-se no evento Morumbi Fashion Brasil, e hoje, sob a tutela de Paulo Borges, o São Paulo Fashion Week, presente no calendário internacional da moda, que acontece duas vezes ao ano para lançamento das coleções dos grandes nomes e grifes da moda brasileira.